Oi Ricardo
Chegamos hoje e ainda nem desmanchamos a bagagem.
Por este motivo o comentário oficial deixo para amanhã ou depois.
Tudo foi maravilhoso. Atendimento, espetáculo, enfim foi muitíssimo divertido.
Festival de Parintins
No bumbódromo, no segundo dia ,quando apareceu aquele carro alegóriico final tive que me beliscar para ter certeza que estava vendo aquilo mesmo! O passeio foi dez mil!
Não vou perguntar quem ganhou porque eu estava lá. E, antes do resultado, quando me deparava com um AZUL eu dizia: Vocês, se não houver marmelada, já ganharam.
Eu não sei os critérios dos julgadores mas devia ter muito ceguinho…
E por falar em cego, amo de paixão aquele puxador Saiad (é este o nome?). Que vozeirão, que disposição dele e da mulher dele.
Enfim Ricardo, telefonei para a Amazonas by Viverde duas vezes para lhe dizer tudo isto mas ninguém respondeu. Acho que já havia fechado a loja.
Você sabe o que agora tenho no pescoço? Colares com o garantido e o caprichoso.
Poxa, o caprichoso estava lindo demais. E é a pura verdade quando lhe falei que vença o melhor e para mim o melhor foi o Caprichoso.
Filmei dudo!
Obrigada mais uma vez - Maria
Pode deixar que enviarei um comentário com fotos etc.
1 de Julho de 2009 às 13:21
admin
O espetáculo do show foi magnifico. O atendimento da operadora foi bom. A pousada é bem localizada. A cidade falta ter bons restaurantes para atender ao turista.
Festival de Parintins
Fabio Pires
Obrigado
às 10:35
admin
Olá Ricardo,
A viagem foi ótima, no final foi uma tremenda sorte ter mudado de destino de última hora.
A Amazônia é espetacular.
Saint Paul: Gostei bastante. Um hotel sem luxo, mas bom, como vc tinha falado. Quarto e banheiros confortáveis. Localização excelente. Café da manhã normal, de hotel (talvez fosse interessante até que tivesse alguma coisa mais regional para os turistas provarem). Pessoal do hotel foi muito atencioso. Me ajudaram a marcar passeios e bons de informação.
Ariaú: Passeios, guias e pessoal excelentes. Lugar maravilhoso .Mas o hotel em si está mais ou menos.
Não é o meu caso, mas para quem quer aproveitar o hotel em si, quer dizer, bar, lazer coisas assim, a cheia atrapalha muito mesmo. Tá tudo debaixo d’água. Acho que o hotel precisa de uma certa renovação.
Para quem quer ir ver a floresta e os passeios, que era meu caso, foi espetacular. Os guias e passeios foram muito bons mesmo. Meu guia foi o César, só tenho elogios. Transporte do hotel até lá e volta tudo perfeitamente nos horários e com segurança e conforto.
Comida muito boa também.
Minha maior crítica é quanto à preocupação ambiental e senti que alguns outros hóspedes também concordavam com isso. O hotel é muito grande e está atrasado no cuidado com o meio ambiente: não tem ainda tratamento de esgoto (apesar de estar sendo implementado), gera muito lixo, usa muita madeira, ar condicionado e não há um clima dentro do hotel de preocupação ambiental (senti que nem todos os hóspedes tem essa preocupação, quer dizer, ainda tem gente querendo pegar bicho preguiça no colo etc). Não é pedir para que a coisa vire um hotel eco-chato, do tipo, “vamos andar de canoa a remo porque motor polui”, mas acho que precisa melhorar bastante essa parte. No meio da Amazônia, acho que qualquer pessoa que vá para lá quer sentir que não está contribuindo para poluir o lugar. Seria legal o hotel ter umas cartilhas e talvez alguns livros sobre a Amazônia.
Sobre Manaus: achei ao mesmo tempo maravilhosa e frustrante. Maravilhosa por estar no meio da Amazônia, às margens dos rios e com construções históricas bem intetessantes. Frustrante, porque é principalmente uma cidade bem grande que parece querer ser São Paulo , sem se preocupar de estar no meio da Amazônia. Espanta ver a ponte no Negro e o rápido crescimento da cidade por todos os lados, com todos os problemas que uma cidade grande gera (trânsito etc). De todo modo, achei que valeu muito a pena ter ficado também na cidade e não ir só direto para os hotéis de selva.
Dito isso, acho que foi uma das melhores viagens que fiz. Quando tiver chance, quero voltar - talvez subir os rios de barco, ir nas cocheiras de Figueireido ou algo assim.
Abraço, Marcelo
às 10:34
admin