Arquivo de Março de 2007
Dear Luciana - how nice to hear from you. We are just back and have had a fantastic trip. All the arrangements that you made worked really well and now we are only just back.
What impressed me with you and Viverde was the efficiency and the way in which you dealt with my questions over the months - it made me have confidence in the company which is important for people form overseas.
As an overnight hotel, the Tropical Ecoresort met our needs and was convenient for the things that we wanted to do. Sometimes we had translation problems at reception but these were nothing big. The luggage storage facility was excellent.
All of your arrangements could not have been better. People were there on time and everything well organised.
I think Manaus is a difficult place for a city tour - our gide was really good, nice and helpful, excellent English and gave us a better understanding of the way of life/culture in Manaus. The only thing that we missed was going inside the Opera House because there was a production on when we got there. I perhaps should have thought of it in advance and fixed tickets please thank the guide and driver - they were really good.
The Juma Lodge was also good. Very much the real Amazon and we managed with the cold showers etc. The staff and guide were helpful and friendly with good excursions - canoe trips and waling in the jungle.
The best was the Amazon Clipper Premium - superb and an excellent tourism product from beginning to end. It exceeded our expectations in every respect. After the lodge, the hot shower was good! Food excellent with a good variety and an excellent daily tour programme. Some of the small quality touches of the Amazon Clipper could help the Juma Lodge.
Putting together a Juma Lodge and the Amazon Clipper certainly gave us the complete Amazon and you might want to think about marketing a lodge and cruise as a package. I certainly think it would be attractive for pre- or post big ship cruise passengers.
I would be more than happy to recommend your services to anyone. Your provided a personal service 5,000 miles across the world, provided an excellent complete Amazon tour product and enabled us to experience the real Amazon - an experience of a lifetime.
And for that, we must thank both you personally and also Viverde.
Kind regards,
Trevor
15 de Março de 2007 às 10:53
admin
Hi Luciana !!
We had a great time in the Amazon and at Ariaú.
There was a little bit short of time (4 days, 3 nights), but we managed to do all the activities we were interested in within a few days.
Ariau did offer a night over out in the jungle. That was great. We did a ’survive in the jungle’ “course”. The guide was excellent (Abdias) and we had a great time in the middle of no where.
We were suppose to sleep in hammocks but it started to rain so we ended up sleeping on the ground, which was ok ….. lots of spiders and creepy bugs, but what a great experience
The monkeys and the surroundings at Ariaú were great. And so were the food, hotel room, staff and guides. If we new they had junglesafaris over several days in the jungle, we would definitely stayed for longer.
Regards,
Veronica and Morten.
9 de Março de 2007 às 13:55
admin
Meu caro Ricardo,
O que mais impressionou positivamente no passeio do Encontro das águas foi a qualidade do guia e seu inglês perfeito. Como eu estava com um americano, foi gratificante não ter que ficar vertendo para o inglês as explicações. Parece incrível que o Valdeci tenha dominado o inglês tão bem, sem nunca viver fora do País, apenas com o curso da União Cultural.
O passeio realmente foi bastante bom, as descrições adequadas, eu incluiria apenas uma descida das canoas no igarapé, para uma apresentação de meia dúzia de árvores da Amazônia, que interessam aos turistas, como se faz nos outros locais da Amazônia. Cortar uma seringueira para mostrar a saída do látex, apresentar a embaúba como árvore pioneira, indicativa de floresta nova, bater um pau na sumaúma para mostrar a comunicação na selva e apresentar a utilidade do pau-rosa, o pau-de-novato cheio de formigas, alguma fruta da Amazônia, ou mesmo côcos de várias palmeiras, certamente enriqueceria o passeio, sem aumentar o investimento da tua empresa. Seria importante também falar algo dos animais, contrar que a borboleta-azul, Morphidae, se cria como lagarta nas folhas da bananeira, explicar que é tão difícil ver pássaros na mata, que os ornitólogos os identificam gravando as vocalizações, coisas assim.
Aco também, Ricardo, que os estrangeiros ouviram falar demais em derrubada da mata amazônica e querem saber algo a respeito disso, os guias podiam contar da utilidade das madeiras, da madeira certificada, do trabalho das autoridades para tentar impedir a derrubada ilegal, a exploração sustentável, etc. Notei que o nível cultural do visitante de Manaus é alto, não é uma viagem barata e nem é perto de nada, assim quem vai até aí, quer realmente entender a Amazônia e sai com certa carência de informações. Mas essas dicas são para melhorar o passeio, que em sí já é muito interessante e foi aplaudido por todos.
O passeio a Pres. Figueiredo, porém, foi bem decepcionante. Além de não contarmos com um guia - o motorista deu umas poucas informações -, as “cachoeiras” são na realidade corredeiras, sem interesse maior para a absoluta maioria dos visitantes, suiços, americanos e mesmo brasileiros que evidentemente conhecem Foz do Iguaçu.
Foi na realidade um dia perdido, esse tipo de “cachoeira” é abundante em São Paulo, e eria sido muito melhor termos ído ao Ariaú, apesar do mau-gosto do dono do hotel com campo de pouco para disco-voador e jacaré de concreto. É que a trilha suspensa do Ariaú é bem interessante, mas não sabíamos que era possível ir e voltar no mesmo dia.
Acho também, Ricardo, que você talvez pudesse montar algum programa no Bosque da Ciência, onde encontrei um grupo grande de americanos babando com as tartarugas, o jacaré-açu (Melanosucus niger), e muito bem atendido por voluntários que mostram a maior folha do mundo, tem amostra de óleo de pau-rosa e a historinha batida, mas novidade para o turista, de que é o fixador do “Chanel 5″ e os detalhes da vida da cotia, do macaco-aranha e das ariranhas. Para o americano que acompanhei, e que conhece o mundo todo, esse passeio, embora rápido, foi o que causou maior impressão.
Bem, aí estão minhas impressões, um pouco longas, mas acho importante passá-las a você, porque certamente as levas imensas de finlandeses, portugueses e espanhóis que estão desembarcando no Nordeste vão acabar transbordando para a Amazônia, e vocês devem se preparar para um turismo muito mais intenso e também rentável do que agora.
Um abraço e obrigado,
Luiz Roberto
6 de Março de 2007 às 07:09
admin
Bom dia Ricardo, tudo bem com você ?
Eu , Maria de Lourdes e Helena gostamos muito da viagem.
Estranhamos um pouco a falta de estrutura para turista em Manaus. Já no aeroporto entramos na loja (do Estado) de informações turisticas e pedimos informações, mapa e folhetos. Informações o rapaz não sabia dar. Mapa não tinha e conseguimos dois folhetos. Os taxistas também não sabiam muita coisa e nem o pessoal da recepção do Saint Paul.
Tirando isto, gostamos muito. Principalmente na sua atuação junto ao hotel Tiwa/pessoal do translado. Se não fosse você talvez só tivessemos chegado no hotel Tiwa no meio da tarde. Agradecemos muito a sua participação.
Adoramos conhecer os rios, os igarapés e a floresta. Nós tinhamos idéia e conhecimento “teórico” do que eles eram. Mas nos passeios pudemos concluir que não tinhamos idéia coisa nenhuma do que realmente eram os rios e a floresta. São magnificos.
Tornamos a agradecer tudo o que você fez por nós. Quando vieres ao Rio nos ligue.
Abraços e até a próxima,
Paulo
2 de Março de 2007 às 10:07
admin
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