Dear Luciana
We had a good time in Manuas, the city really puts on good christmas. The free concerts in the Opera House and the Justice Palace were great. The boat cruise (Clipper) was good, but didn’t go as far up river as the one advertised in Australia, by Tempo, this reduced its value somewhat. Apart from this the cook is a legend, her food from the small galley was very good. The excursions were well led and interesting, the sunset over the Lake was absolutely fabulous. Life onboard the boat was stimulating due to the cross section of nationalities, and the vitality of the type of person attracted to a traditional boat cruise.
Yours faithfully
Travice.
14 de Dezembro de 2006 às 09:30
admin
Dear Luciana,
We have been very happy of our cruise in Amazon Clipper Premium. The boat was clean, safe and well decored. Our guide (Marcos) was very interesting, always ready to answer to our questions with interest and I congratulate him for his knowledge of all these languages. All member of the Amazon team were nice and available for all our requests. Food was excellent and congratuylate Jose for his bravoure in the forest, took many risk to catch animals for us !
The hotel Tropical Business is good, swimming pool very pleasant, we tried all services offered and every thing was
well done. The only thing is the restaurant : few choice and no traditional plate. We didn’t visit a lot of Manaus but we went to a praça de Sao Sebastiao to see the opera and the church and it was interesting. In my opinion, manaus (comparing to other cities of Brazil) doesn’t deserved to stay too long.
Hope my comments will help you.
Best regards,
Avril and Chantal Tourmen
12 de Dezembro de 2006 às 15:26
admin
Hello!
Hope all is well. Our trip at the amazon was well worth it. We really enjoyed ourselves. The Ariaú Towers is a very god hotel to stay. I personally feel if you want to stay in a decent lodge in the amazon than thats the one to stay. Its not luxurious but for the amazon standards where most of the lodges are rustic type the Ariaú is a very good lodge. The activities with lodge were good as well. The best is swimming with pink and grey dolphins in the wild. The swimming with dolphins is not provided by all the lodges. Again we feel all the activities with different lodges are more or less the same. The lodge has no mosquitoes. Did not get one bite! That was a very good plus point. Its todo with the location of the lodge. Although we did paste ourselves with deet!! The food was really good. Being a vegetarian i had no problems. They cater for vegetarians and they made delicious food for me. The omelettes are the best in the morning! The amazon is very beautiful and its well worth a visit.We went in the dry season (month of october). The scenery was beautiful. We were told by our guides if one goes in the wet season (may to july) then it is very different and highly recommended.If one had a choice then the wet season is recommended. Overall our trip was amazing. Amazonas by Viverde were very good in answering all our questions before we booked our trip. Their information was very accurate and we do recommend them in booking your trip as we did not have any problems with them. We dealt with luciana and she was very good.
We look forward to going back in the wet season!
Bhavni Shah
11 de Dezembro de 2006 às 17:00
admin
Prezado Ricardo.
Lamento estar escrevendo somente agora, mas foi impossível retornar antes devido ao acúmulo de trabalho.
A viagem foi ótima, especialmente a parte do cruzeiro no Clipper Tradicional, com destaque para o guia do passeio, Marcos. Muito interesasnte e agradável.
É uma pena que esse tipo de excusão seja pouco divulgado no país, pois no nosso caso os passageiros do Clipper eram todos estrangeiros. Isso não foi problema para nós, mas acredito ser uma deficiência de divulgação dessa opção de viagem pela amazônia. É apenas uma sugestão.
Quanto ao Tropical Ecoresort, a estadia foi muito agradável embora o serviço do hotel tenha deixado a desejar em diversos aspectos, considerando-se o padrão de cinco estrelas ostentado pelo estabelecimento. Gostaria de destacar que eu esqueci um conjunto de shampoo/condicionador no quarto do hotel quando saí para o cruzeiro. no mesmo dia liguei para a recepção e pedi para que guardassem o shampoo pq eu iria voltar ao hotel no sábado. Quando cheguei de volta do cruzeiro, a recepção nem qualquer funcionário do Hotel não sabia me informar absolutamente nada. Foi estremamente desagradável, um estresse dispensável.
De resto, agradeço a atenção e o auxílio na organização da viagem. Espero poder retornar uma vez mais para fazer a outra rota do Clipper e hospedar-me no Ariaú.
Abraços,
Carolina
6 de Dezembro de 2006 às 10:34
admin
Olá Ricardo:
Em Manaus, tudo correu bem. Chegámos Sábado de manhã. Tínhamos alugado um carro (aparentemente não é comum estrangeiro fazer isso por aí), que usamos para nos deslocar pela região. É um pouco difícil de início, principalmente porque em Manaus os nomes das ruas não são fáceis de encontrar, mas é possível. Ajudou ter visto, em casa, mapas do Google Earth, de Manaus, com os nomes das ruas escritos na fotografia (parece impossível mas existe). Conseguimos ver, da cidade, tudo o que queríamos: Teatro Amazonas, Palácio da Justiça, Praça S. Sebastião, Porto, Alfândega (por fora; fecha ao fim-de-semana), Mercado e Igreja Matriz. O Museu do Índio também fecha ao fim-de -semana, não deu para visitar. Perdemos o Palácio do Rio Negro porque, com as vias de sentido único e as sinalizações das ruas, não conseguimos encontrá-lo logo. Desistimos porque não queríamos perder o pôr-do-sol na Ponta Negra.
O pôr-do-sol na Ponta Negra é um assombro!
Ficamos no Hotel Tropical Business, que é, numa palavra, bom. Moderno, confortável, agradável sem ser excessivamente luxuoso (não é pretencioso). Tem uma vista linda para o Rio Negro e tem vista sobre o Manaus Tropical Hotel, que é bonito. A piscina é um sonho. Tem internet gratuita. Para comer optámos por sair. Caminhando um pouco à saída do Hotel, não muito longe, há vários pequenos restaurantes no calçadão. Por isso não sei dizer como será jantar no Hotel. O pequeno almoço é bom. Um parêntesis para lhe contar que, mais tarde, ao tentar regressar a S. Paulo, perdemos o voo da TAM por overbooking…
Fomos instalados no Tropical Ecoresort, por isso podemos comparar: tem mais aspecto (principalmente de fachada), piores comodidades (está antiquado) e talvez melhor restaurante. Para quem quer dizer que está em hotel de luxo, é ideal. Para quem quer conforto, é o Business… Mas é bonito como exemplo do estilo colonial, quem não conhece deve gostar de ver.
No Domingo, fomos fazer Vôo panorâmico, em hidroavião, por 75 minutos. Foi o vôo mais caro da minha vida, é tanto dinheiro que até dá vergonha gastar. Valeu cada centavo. Não tenho palavras para descrever… Para nós, foi uma experiência única na vida. Podendo pagar, vale mesmo a pena. A floresta
vista do ar é linda, dá um panorama que de outro modo não se teria. O mesmo quanto ao encontro das águas. Parece-me a única forma de ver Anavilhanas como deve ser visto. O Arquipélago é inacreditável e só dá para perceber vendo de cima. Também vimos dois lodges, do ar, um deles Ariau, o que foi bom para melhor apreciarmos o Juma.
Depois do voo panorâmico, fomos no “nosso” carro, para as Cachoeiras de Presidente Figueiredo. Como não há indicações nas estradas, cerca de 50 Kms depois vimos a placa “Rio Preto da Eva” e percebemos que estávamos na estrada errada. Depois de percorrer novamente os 50 Kms perguntámos no posto policial. Quando se sai de Manaus, logo (imediatamente) após o posto de policia, há uma estradinha à esquerda, não assinalada, que mal se vê e que dá para Presidente Figueiredo. O nº da estrada, as placas, etc., só DEPOIS de entrar nela…!! Finalmente chegámos, perto das 3 da tarde. Escolhemos ir a Cachoeira do Santuário, na Estrada da Balbina (só dava tempo para ver uma). É um sítio lindo, impressionante.
No regresso a Manaus, chegámos já de noite, mas sem problemas. Mas para quem não conhece é preciso sair já pensando que algo pode não correr bem e aceitar se não se conseguir cumprir o plano do dia. Afinal visita guiada existe mesmo para evitar estas dificuldades.
Segunda-feira fomos para o Hotel de Selva que tínhamos escolhido, o Juma Lodge. O transfer para o Hotel já é passeio e é lindo. O primeiro trajecto em lancha passa o encontro das águas. Chegando à Vila do Careiro, continua em van, inicialmente por estradas asfaltadas e depois em estradas de terra. Finalmente, numa casa flutuante ancorada na beira de um rio (Mamuri, se não me engano), embarcamos noutra lancha, para mais uma hora de viagem por paisagens lindas, seguindo pelas verdadeiras estradas amazónicas, que são os rios. Deu para ver boto cor-de-rosa, jacarés, aves lindas. É um passeio muito bonito. A chegada ao Juma é de cortar a respiração. O Hotel está extraordinariamente bem integrado da natureza, tanto que poderia passar desapercebido. Tudo está feito com gosto, simplicidade e de modo harmonioso. Dá vontade de chorar. A estadia, muito agradável. Gente hospitaleira, que gosta de mostar o seu sítio (o seu lugar) e se sente bem nele. A caminhada na Selva é uma lição contínua sobre a natureza. É preciso saber que se vai caminhar bastante e ter roupa leve e comprida. É bonito e instrutivo. Na focagem do jararé, pelo que percebi, tivemos sorte, era grandinho e foi difícil pegá-lo, mas o mais bonito foi ouvir o Moisés a explicar as características físicas do jacaré e a mostar-nos tudo. A pesca de rede foi uma das coisas mais bonitas que vimos na vida. Os banhos no rio foram uma delícia e a pesca da piranha foi muito divertida. Já a visita à casa do caboclo, que está bem estruturada, não é nada o nosso género, mas isso é de nossa maneira de ser… Tudo somado, um dos (dois) melhores Hotéis onde estivemos na vida (o outro é nas Lacadivas, India).
Claro que não tem ar-condidionado, nem piscina, nem telefone nos apartamentos, nem frigo-bar, nem água quente no chuveiro, nem todas as outras coisas que
geralmente associamos a um bom hotel. Mas isso já nós sabíamos. Não tem essas coisas, o que tem é tudo o resto: tem conforto, tem beleza, tem bom acolhimento, tem respeito pela natureza, tem brio. E a gente sente-se bem.
No regresso de Manaus a São Paulo, foi o tal problema com a TAM e o overbooking: chegar ao aeroporto ás 12 para o vôo das 15 e não embarcar porque está cheio, acredita?… Vê-se meninas da TAM a passar para a frente pessoas que estavam no fim da fila. Pergunta-se se tem certeza que embarcaremos, garante que sim 3 vezes, enfim… Um péssimo exemplo. Mas isso não tem nada que ver com a Viverde, que não trata da parte aérea. Se a parte aérea costuma dar este tipo de problemas, não me custa nada ententer por quê não querem lidar com esta gente.
Em resumo - Para aquilo de que gostamos, para nossa forma de estar na vida, foram escolhas excelentes:
Tropical Business, Vôo panorâmico e Juma. Em grande parte graças ao Ricardo que, sem nos conhecer e apenas comunicando por e-mail, compreendeu quem somos e soube dar as sugestões adequadas. Com eficiência, celeridade e simpatia.
Portanto, uns dias de sonho, para não esquecer. A concretização de um sonho de nossas vidas.
Obrigada Ricardo.
Catarina Marques e Nuno Canto-Moreira
Viseu, Portugal
4 de Dezembro de 2006 às 08:46
admin